O melhor modo de fazer ligações internacionais do Panamá e comprar cartões telefônicos pré-pagos, vendidos na maioria das lojas. O mais popular é o cartão ClaroCOM. Estes cartões funcionam em toda parte, até mesmo nos Estados Unidos, México, Europa, Brasil, Costa Rica e Colômbia. O código de país do Panamá é 507. Todos os números de celulares começam com o número 6 e têm 8 dígitos.
Os números de emergência são: Polícia -104, Polícia Turística - 211-3811, Bombeiros - 103, ALERTA - 269-1111 e Cruz Vermelha - 228-2187.
A vacinação contra a febre amarela é recomendada para todos os visitantes com mais de 9 meses de idade que viajarem pelas províncias de Darién, Kunayala (San Blas) e Panamá, excluindo a Zona do Canal. A maioria dos países exigem um comprovante de vacinação contra a febre amarela antes de permitir a entrada dos viajantes que venham do Panamá.
Há risco de malária nas zonas rurais de Bocas del Toro, Darién e San Blas, mas não há risco na Cidade do Panamá ou na antiga Zona do Canal. Saiba que a cloroquina não é mais eficiente para a província de San Blas. Outras vacinas recomendadas são cobtra a hepatite A e B e febre tifóide, apesar de não serem obrigatórias.
A água de torneira é segura em praticamente todas as cidades, com exceção de Bocas del Toro, onde recomenda-se beber apenas água engarrafada. A água engarrafada está disponível na maioria dos lugares, então se preferir agir com segurança, não terá de beber água de torneira. Também tome cuidado com o que come, e evite agredir seu estômago.
Se entrar no país com um automóvel não poderá partir sem ele, a menos que tenha o carimbo apropriado de importação no passaporte. Não é possível atravessar da Colômbia ao Panamá de ônibus, por causa do Darién Gap. Se vier da Costa Rica será um pouco mais fácil. Panaline e Ticabus, entre outros, poderão levá-lo diretamente de San José na Costa Rica até David ou a Cidade do Panamá. A viagem de San José é bem barata, mas demora cerca de 18 horas. Se quiser parar e apreciar a paisagem no percurso, pode tomar um ônibus local, mas deste modo a viagem demorará ainda mais.
É possível conseguir passagens nos barcos de banana que viajam do Equador, Colômbia e Venezuela, mas isto só é recomendado para os mais aventureiros, pois a estrutura destes barcos costuma ser insegura, eles são muito sobrecarregados e há uma boa chance que também estejam transportando drogas. Barcos particulares também oferecem serviços de transporte entre o Panamá e a Colômbia, com paradas nos portos de Portobelo no litoral caribenho do Panamá, e Cartagena na Colômbia. A viagem pode demorar de três a cinco dias, caso uma visita às Ilhas San Blas esteja incluída (os capitães costumam incluir a visita se for solicitado). O melhor modo de conseguir um barco é perguntar nos albergues da Cidade do Panamá. É possível atravessar o Darién Gap a pé vindo da Colômbia com a ajuda de guias treinados, mas esta rota é considerada uma das mais perigosas do mundo. Uma grande porcentagem das tentativas terminaram com a morte dos caminhantes, vítimas de guerrilheiros colombianos ou do ambiente selvagem da floresta, que é considerada uma das mais densas e difíceis de atravessar do mundo. Apesar das histórias cheias de bravatas de mochileiros que tentarão convencê-lo que os verdadeiros viajantes não temem atravessar o Gap, esta é uma viagem realmente perigosa e a polícia panamenha não está interessada em ir atrás de você, caso se meta em encrenca.
Há dois tipos de ônibus no Panamá; aqueles encontrados nas rodovias, e os "ônibus da cidade". Os ônibus de rodovia fazem viagens freqüentes dos terminais na Cidade do Panamá a diferentes destinos pela Rodovia Panamericana, e de volta aos terminais. Eles passam com freqüência, e poderão pegá-lo ou deixá-lo em qualquer ponto do percurso; a maioria deles têm ar condicionado. O formato quase linear do país é o ideal para o sistema de ônibus, na verdade tão ideal que não será preciso alugar um automóvel para chegar à maioria dos lugares. Os moradores são muito atenciosos com os turistas nos ônibus, e podem oferecer ajuda. Com os ônibus da cidade, a história é diferente. Eles são ônibus escolares pintados em cores vibrantes, lotados e geralmente sem ar condicionado, com uma tarifa fixa de 25 centavos para qualquer lugar da Cidade do Panamá. Eles têm a reputação de ser perigosos, seja na direção ou na probabilidade de transportar criminosos. Pode ser divertido viajar neles algumas vezes, mas assim que tenha experimentado, é melhor tomar um táxi, o que acaba não sendo assim tão caro. Estes ônibus com certeza têm um estilo particular e diferente dos outros países da América Central. Eles parecem como se um bando de hippies dos anos 60 tivessem decidido viajar para o sul em ônibus escolares, e quando decidiram parar, abriram uma empresa de ônibus. Se gosta de música Salsa, ficará feliz como um passarinho nestes ônibus; a maioria dos moradores não gosta.
Caso seu destino fique distante da rota dos ônibus, ou se apenas quiser passear, os táxis são um modo decente e econômico de se movimentar pelo Panamá.
Em 1821, sob a liderança de José de Fábrega, ele rompeu com a Coroa espanhola e uniu-se à República da Gran Colômbia, de Simón Bolívar. Quando esta se dissolveu em 1830, o Panamá permaneceu como parte da Colômbia; em 03 de novembro de 1903, o Panamá declarou sua independência da Colômbia. Os Estados Unidos, como o primeiro país a reconhecer a nova República do Panamá, enviaram tropas para proteger seus interesses econômicos.
Em dezembro de 1903, o Sr. Phillipe Bunau Varilla – um cidadão francês que não estava autorizado a assinar quaisquer tratados em nome do Panamá sem a revisão dos panamenhos – assinou unilateralmente o Tratado de Hay-Bunau Varilla que dava direitos aos Estados Unidos de construir e administrar indefinidamente o Canal do Panamá, que foi aberto em 1914. Este tratado tornou-se uma questão de litígio diplomático entre os dois países, atingindo o ponto de ebulição no Dia dos Mártires (9 de janeiro de 1964). A questão foi resolvida com a assinatura do Tratado Torrijos-Carter em 1977. Com este Tratado, os Estados Unidos devolveram ao Panamá todas as terras relacionadas com o canal em 31 de dezembro de 1999, mas reservaram seu direito de intervenção militar no interesse de sua segurança nacional. O Panamá também obteve o controle dos edifícios e infraestrutura relacionados ao canal, assim como sua completa administração. O povo do Panamá aprovou o alargamento do canal que, após completado, permitirá às embarcações pós-Panamax atravessá-lo, o que aumentará o número dos navios que utilizam o canal.
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